Gostei
muito da escrita, da forma como descreve a ânsia e o desejo que motiva os
jogadores compulsivos, tal como Dostoievsky foi ele próprio. Quase
nos faz sentir o mesmo que o protagonista desta história.
Apenas a argumento não é
dos meus favoritos.
“De facto, o homem gosta
de sentir o seu melhor amigo humilhado perante ele; é na humilhação que
principalmente se baseia a amizade; é uma antiga verdade que todos os homens
inteligentes conhecem”. p.184
